Sustentabilidade Corporativa: para que te quero?


Postado por: Marcos Dias Hand holding tree arranged as a green graph on soil background / csr / sustainable development / planting a tree / corporate social responsibility

Instante Digital também é Sustentabilidade Corporativa

De uns tempos para cá, o desenvolvimento sustentável não se limitou em apenas se preocupar com o desempenho ambiental dentro das empresas. A consciência atingiu outros patamares, como o social e econômico dos colaboradores, e vem ganhando espaço dentro do mercado competitivo. Conhecida como Sustentabilidade Corporativa, esta abordagem de negócios, que não é tão nova assim, ressalta a preocupação das empresas com os clientes, colaboradores e principalmente com a sociedade.

Os empreendedores acreditam que não é possível apenas priorizar os retornos econômicos de curto prazo, sem se dar conta dos impactos socioambientais que, ignorados, tornam o negócio insustentável, deixando de existir a longo prazo.

O Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (ISAE) é internacionalmente conhecido por formar líderes que promovem a governança responsável e a sustentabilidade corporativa. O Assessor da Presidência do instituto, Norman Arruda Neto, acredita que os profissionais estão aos poucos absorvendo essa consciência. “O nosso viés é o corporativo e a gente soube fazer essa leitura da sustentabilidade aplicada na forma mais pura dentro da governança”, explica Norman. E completa: “hoje não tem como você ter a governança dentro da sua empresa se você não é sustentável. Os dois termos andam juntos”.

A Sustentabilidade Corporativa é uma ferramenta estratégica de redução de riscos, diminuição de custos, atração de investimentos, geração de valor e principalmente de motivação e retenção de pessoal, como explica Norman:

Dentro deste contexto é importante ressaltar a viabilidade da empresa em seguir esses três pilares: social, ambiental e econômico. Segundo Norman, é um desafio muito grande. “São três fatores que devem seguir equilibrados. Se gerar prejuízo, já não é sustentável, porque cai o pilar econômico”, destaca. Mas ao final, gera bons resultados a médio e longo prazo. “De uma forma natural, se eu estou sendo sustentável, provavelmente eu estou tendo novos clientes e estou conseguindo manter meus atuais clientes”, completa.

Por muito tempo, essa estrutura se limitava apenas no marketing empresarial, com intuito de gerar mais proximidade com público final. Aos poucos, as empresas começaram a se dar conta da importância para o desenvolvimento do próprio empreendimento. “Sempre tivemos exemplos de empresas sustentáveis corporativamente, porém não tínhamos esse nome. O importante é que a cada novo dia, novas empresas buscam ser sustentáveis por perceberem o real benefício de ser, e não apenas para dizer nos seus anúncios que são. Isso não cola mais. ”, comenta Neto. E prevê: “ainda vamos chegar em um tempo que a empresa que não for sustentável corporativamente vai deixar de existir. Provavelmente por ausência de representatividade no mercado ou por não existir pessoas que queiram trabalhar neste modelo”.

E-commerce versus loja física

Outra discussão bastante comum é na hora de escolher a opção mais sustentável para o novo empreendimento.  Loja física ou loja virtual?

Segundo Norman, a viabilidade, quando se pensa em uma estrutura sustentável corporativamente, é igual nas duas opções. Não há um certo ou um errado.

Um grande exemplo é o próprio Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (ISAE), que além dos cursos de Ensino a Distância, oferece opções de atividades presenciais em uma estrutura física construída para minimizar os impactos ambientais (captação e reuso da água da chuva e reciclagem dos papeis utilizados em provas) e, ainda, influencia diretamente na economia de diversos estabelecimentos, como estacionamentos, comércios e restaurantes próximos ao instituto.

O outro lado de Norman Neto

Sustentabilidade Corporativa - Instante Digital. Foto de Marcos Dias.
O ISAE evidencia os 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável. (Foto: Marcos Dias)

Uma palavra que define o Norman Arruda Neto é: planejamento. E não é dá boca para fora. Segundo o próprio empresário, o termo “planejar” deve ser utilizado diariamente na vida pessoal e profissional. “O maior exemplo, fora do campo empresarial, é o meu próprio casamento. Eu casei com uma dentista que não tinha nenhum conhecimento sobre o mundo corporativo, mas nós sentamos e fizemos um planejamento sobre todos os tópicos para o grande dia. Financeiro, números convidados, locais, prazos e datas, tudo bem executado e que trouxe o resultado esperado: uma grande festa, sem falhas e dentro do budget. Foi espetacular, show! ”, destaca o empreendedor.

O empresário é uma pessoa que gosta de estabelecer, executar e atingir objetivos. Se considera comunicativo e com facilidade para se relacionar com diferentes perfis profissionais. Apaixonado por retratos fotográficos, Norman observa a vida ”como em uma fotografia: atento aos detalhes e a todos os elementos que compõe o ambiente, em busca do melhor resultado”.

Norman é pai recente de um menino, o Luiz Henrique, com quase dois meses de idade, e além de comandar um dos grandes institutos de formação de líderes para o mercado de trabalho, é criador da loja virtual Boutique de Homem, especializada em produtos masculinos. É formado em Publicidade e Propaganda, pela Universidade Positivo, com MBA em Gestão e Desenvolvimento de Negócios(ISAE/FGV) e com Módulo Internacional em Gerenciamento de Projetos (“School of Business” da “The George Washington University”).

 

 

Serviço:

Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade