Carros Digitais


Postado por: Explay

No Mundo Digital as coisas tecnológicas ficam obsoletas com velocidade espantosa. Por exemplo, você consegue se imaginar trabalhando em um computador de 10 anos atrás? Ou ainda, se comunicar através de um iPhone de primeira geração?

Por outro lado, os objetos com menos tecnologia implantada continuam sendo úteis e funcionais para nossas vidas apesar de sua idade avançada. Uma cadeira, uma mesa, uma caneta ou uma roupa “funcionarão” até estragarem, vez que não sofrem da chamada obsolescência técnica.  Claro, estes últimos objetos podem sair de moda e sofrer de obsolescência estética, mas continuam sendo capazes de bem desempenhar suas funções para seus donos.

Considerando que quanto menos high-tech mais durável é um produto sob o aspecto usabilidade, podemos chegar uma curiosa conclusão sobre os carros de nossos dias – parecem avançados mas são ultrapassados. Apesar de poluírem menos que os carros de outras épocas, de terem sensores de ré, ar condicionado com regulagem por passageiro e outros mimos, eles ainda são, em essência, o mesmo tipo de veículo de décadas atrás – têm um volante, um acelerador, um freio, se alimentam de combustível e demandam atenção máxima de seus condutores. O baixo índice de evolução desta indústria é comprovado pela factibilidade de um carro com mais de 50 anos nos transportar de um lugar a outro quase em mesmas condições que um veículo dos mais atuais.

Nos últimos anos, porém, uma verdadeira revolução vem se organizando neste segmento. Carros elétricos já são produzidos em série por empresas como Toyota, Ford, Renault e BMW. Em países do primeiro mundo, pontos de abastecimento elétrico estão disponíveis em postos específicos, hotéis, restaurantes e parques. Como incentivo, algumas prefeituras privilegiam os motoristas dos elétricos, que podem estacionar em vagas exclusivas para carros desta característica.

Fonte: www.trendenews.com
Fonte: www.trendenews.com

A revolução dos carros elétricos tem uma estrela nascida nos Estados Unidos – a marca Tesla. Eles já são capazes de fabricar carros com autonomia de 420 quilômetros com uma única carga. E, mais do que isso, produzem modelos com recursos de fazer inveja à Família Jetson. São carros capazes de ler placas de trânsito e as respeitar, além de interpretar faixas pintadas em ruas e estradas. Veja no vídeo a seguir a demonstração do auto-piloto do Tesla Modelo S:

A expectativa é de que em poucos anos estes veículos tenham valores mais acessíveis, o que além de reduzir bruscamente a emissão de poluentes, também reduzirá os índices de acidentes causados por imprudência e imperícia dos motoristas.

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